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(Este relato é absolutamente verídico,
exceto alguns detalhes que foram alterados para salvaguardar a
identidade das pessoas envolvidas. Leia também a Parte I.) Meu
nome é M_____. Tenho 25 anos e sou muito conhecida na cidade
onde moro. O que ninguém sabe, nem pode saber, é que levo
uma vida dupla. Para os outros, sou uma professora do segundo grau,
recatada e até meio conservadora, portadora de vários
diplomas de mérito didático. Mas uma vez fora da sala de
aula, longe dos olhares de meus colegas, dou vazão aos meus
desejos reprimidos. Fora da escola, sou uma ninfômana
insaciável, sempre sedenta de sexo e prazer. Pouco importa se
meus parceiros são homens ou mulheres, nem quantos são.
Quero gozar e gozar, hoje e sempre. Aprendi muito cedo a tirar
vantagem de minha aparência e nunca tive dificuldades em
seduzir quem eu quisesse, onde eu quisesse. Mas se sexualmente eu
sempre fui muito segura de mim mesma, no fundo sentia um certo
vazio afetivo. Nunca me apaixonei de verdade com as dezenas -- ou
centenas? Sei lá, já perdi a conta -- de homens e
mulheres com quem transei. Com a S., agora posso dizer a ela, minha
atitude inicial não era diferente. Quando nos cruzamos pela
primeira vez, no elevador do prédio, a caminho do trabalho,
fiquei logo interessada nela: que moreninha linda... Ela era um
pouco mais baixa que eu e tinha uma carinha de adolescente. Mas
como estava vestida de secretária executiva, achei que já
era maior de idade. Ela vestia um conjuntinho simples mas que lhe
caía bem e acentuava o corpinho "mignon" sem exagerar. O
perfume também era discreto e suave. Vi logo que não se
tratava de nenhuma aspirante a perua (daquelas que a classe das
secretárias está cheia...) nem uma patricinha fútil.
Foi só um "oi" sem apresentações, mas nunca esqueci
aquele sorriso maravilhoso que ela me deu. Tão convidativo...
Nosso segundo contato foi numa noite, desta vez de volta ao
trabalho. Por coincidência tomamos juntas o elevador. Os
outros passageiros foram descendo e ficamos só nós duas a
bordo. Num impulso irrefletido, perguntei a ela se fazia pouco
tempo que tinha mudado para o prédio, só para puxar
conversa. "É, acabei de me mudar faz umas duas semanas", ela
disse. O elevador parou no meu andar, e eu disse a ela o meu nome e
em que apartamento eu morava. "Muito prazer. Eu me chamo S. e moro
no 1205", ela disse, praticamente com a porta fechando atrás
de mim. Muito prazer...? Só se for com nós duas numa
cama, pensei... Mas logo racionalizei e descartei qualquer
possibilidade de transa. Não ia dar certo, moramos no mesmo
prédio e eu sou a professora M., a quase-puritana e exemplar
Dona M., que certamente não ia viver uma aventura erótica
rápida e inconseqüente, ainda mais com outra mulher. E no
entanto... no entanto, aquela noite eu tive um sonho com ela,
aquela linda moreninha, deixando-me devorá-la nuazinha na
minha imaginação. Nunca mais vou esquecer aquela
sexta-feira em que a S. entrou na minha vida... para ficar. Cheguei
em casa por volta das onze da noite, vinda de mais uma típica
transa de sexta-feira. Naquela noite foi com dois caras que conheci
num bar, bem longe da escola onde leciono. De lá ao motel foi
um pulo, e passei mais de uma hora trepando com os dois. Chupei,
dei, fui enrabada e ensanduichada, o de sempre. Como homem demora
um tempo para se recuperar depois do orgasmo, fui controlando o meu
para aproveitar o máximo as duas picas que me deliciavam.
Saímos, peguei o meu carro, despistei os caras -- não,
não quero vê-los nunca mais, embora eles tenham me
saciado minha fome de sexo -- e fui para casa. Tirei a roupa e fui
direto para o chuveiro. A porta do boxe, que é de correr,
travou por algum motivo e não fechava. Xinguei, mas
paciência, fui tomar banho com a porta do boxe aberta. Sorte
que o boxe é grande e a água não espirrou para fora,
inundando o banheiro. A ducha quente me relaxou bem, enquanto eu ia
massageando com o sabonete as partes do meu corpo que aqueles dois
"malas" lamberam ou penetraram. Tinha desligado o chuveiro e
começava a me enxugar quando ouvi o toque insistente da
campainha. Quem será a essa hora, pensei... Enrolei os cabelos
numa toalha, pus uma saída e fui dar uma espiada no
olho-mágico da porta. Para minha grande surpresa, era a S.
...! Mas ela não parecia nada bem, estava toda desarrumada e
aos prantos. Abri a porta imediatamente e a convidei a entrar. Ela
estava em frangalhos, com a maquiagem desfeita, os cabelos
despenteados e os olhinhos vermelhos. "M., eu preciso, eu preciso
muito falar com alguém, mas não conheço
ninguém... Desculpe a hora, mas eu preciso..." Ela não se
continha, soluçava. Eu a amparei nos meus braços.
Pobrezinha, tão frágil e meiga... "O que foi, o que
aconteceu com você?", perguntei, alarmada. Ela soluçava,
falava umas coisas desconexas, sem sentido, e eu fui buscar um
pouco de conhaque. Ela tomou, acalmou-se um pouco, sorriu,
agradeceu e ficamos abraçadas um bom tempo, os rostos
coladinhos. É verdade que eu a desejava, mas o momento era de
solidariedade, de amparo, de ajuda. Levei-a para o sofá, ela
tomou um pouco mais e eu a encorajei a me contar o que tinha
acontecido. "Você nem imagina, eu nunca podia imaginar que ele
ia me fazer isso...", ela disse com a voz dificultada pelos
soluços. Deixei ela falar, ela tinha o que dizer e eu estava
lá para ouvi-la. Então ela me contou um episódio
horrível de brutalidade masculina. Um cara que trabalhava na
mesma firma que ela, e com quem ela havia simpatizado, tinha-a
convidado para sair naquela sexta. Ia ser um programinha "light",
um típico primeiro encontro, só um jantar e um cinema,
nada mais. Mas o cara, em vez de trazê-la de volta, acabou "se
perdendo" no caminho e a levou a um drive-in. Ela protestou, mas
foi forçada a fazer um boquete nele. E não parou aí,
ele a jogou no banco de trás, puxou a calcinha dela para baixo
e forçou a barra, chegando até a penetrá-la no
ânus. Depois que ele se satisfez, ela bateu nele com raiva --
e com toda a razão -- e saiu andando do drive-in, humilhada e
furiosa. Felizmente, apareceu um táxi e a trouxe para o
prédio aqui. Mas ela não queria ir direto para casa,
tinha medo de que o cara aparecesse lá, e também queria
falar com alguém. No desespero, veio dar à minha porta.
Tentei dar um pouco de conforto à pobrezinha. Que canalha,
esse sujeito! E logo no primeiro encontro! Eu disse a ela que os
homens que eu conheço, praticamente sem exceção,
são uns monstros animalescos quando se trata de sexo. Eles
só querem saber de se satisfazer, o nosso prazer como mulher
que se dane! (Acho que aprendi a pagar-lhes na mesma moeda, embora
todos eles deveriam me agradecer por eu lhes permitir ao menos que
gozem enquanto me sacio...) Ela continuava soluçando e em
prantos. Ofereci mais conhaque, e ela tomou até ficar um pouco
tonta. "Olha, eu ia te pedir pra me acompanhar até o meu
apartamento, mas tenho medo que ele apareça lá... ", ela
me disse, e depois acrescentou hesitante: "Será que... eu
poderia passar a noite aqui? Por favor, só hoje..." Claro que
eu concordei, e sem nenhuma malícia. Ofereci-me para
acompanhá-la à Delegacia da Mulher no dia seguinte. Tirei
a toalha em volta dos meus cabelos e acariciei levemente o rosto
dela, enxugando as lágrimas. Ela me abraçou, encostou a
cabecinha no meu colo e eu a amparei, apertando-a um pouco contra
meu peito. Dei um beijinho na testa dela, ela sorriu... e eu fiquei
tentada mais uma vez. Meu Deus, se ela der um sinal, um sinalzinho
só, eu caía de boca nela... minha gatinha linda e
tão judiada... Eu trouxe uma toalha nova para ela e a convidei
a ir tomar um banho. Ela ficou meio surpresa mas não estava em
condições de recusar. O filho-da-puta tinha abusado dela
e nem ao menos teve a decência de pôr uma camisinha
antes! Ela tinha que se lavar, e se lavar bem. Peguei também
uma de minhas saídas e emprestei para ela. Estávamos na
sala. Para ir ao banheiro era preciso atravessar o meu quarto de
dormir, que é do tipo suíte. "Posso deixar a minha roupa
aqui na poltrona? Eu durmo aqui no sofá, se você deixar.
Contanto que não te incomode.", ela me disse, toda cheia de
cerimônia. Entrei no quarto enquanto ela se despia na sala, e
discretamente virei o rosto para não olhá-la. Ai, que
tentação, mas meus sentimentos de solidariedade eram por
enquanto maiores que o enorme desejo que eu sentia por ela. Quando
ela entrou no quarto, olhei para a sala de relance e vi, sobre a
poltrona, as calças dela bem dobradas e a blusa pendurada. As
sandalinhas estavam no chão. Aí ela passou por mim no
quarto, em direção ao banheiro. Estava irresistível
com aquela saída. Trocamos uns sorrisos e ela entrou. Ouvi o
clique da chave trancando a porta do banheiro. Meu apartamento
é antigo e as fechaduras internas são daquele tipo
clássico. Eu fiquei curiosa, curiosíssima, e tinha, tinha
que aproveitar aquela oportunidade! (S., me perdoa, mas não
resisti naquela hora...!) Agachei-me na porta do banheiro e espiei
pelo buraco da fechadura. Vi a S. tirar a saída, e depois o
sutiã, e finalmente a calcinha... Ai, que corpo marvilhoso ela
me exibiu com esse strip-tease improvisado e particular! Foram
só alguns segundos, ela logo sumiu do campo visual do buraco
da fechadura. Jamais vou esquecer a primeira vez que vi, indiscreta
e indevidamente, aquela moreninha toda nuazinha... Que peitinhos
deliciosos, que barriguinha apetitosa... e aquela xaninha toda
felpuda, mas com uma penugem tão delicada... Ouvi um som de
descarga, ela voltou ao campo visual do buraco da fechadura, entrou
no boxe, tentou fechar a porta sem sucesso e ligou o chuveiro assim
mesmo. Naquela hora eu retirei todos os palavrões que tinha
dito contra a porta travada. A porta fica bem em frente ao chuveiro
e eu pude contemplar, em todo o seu esplendor, aquele corpinho
tão saboroso se ensaboando... Ai... Eu estava nua por baixo da
minha saída e meus dedos instintivamente correram para o meio
entre minhas coxas... Então ela virou o corpo e me mostrou
aquela bundinha tão gostosa, redondinha, arrebitadinha... e
passou o sabonete várias vezes sobre aquele rabicozinho que
foi tão brutalmente maltratado... (S., acho que você
sabia que eu estava te espiando, você fez aquilo de
propósito para me provocar... Admita, sua safadinha...!)
Não agüentei. Masturbei-me lá mesmo, agachada, e
gozei... Ainda bem que o barulho da água do chuveiro deve ter
abafado meus gemidos de prazer. Aquela imagem daquele corpo
belíssimo no chuveiro, as mãos apalpando os seios,
apertando a xaninha, não me saem da cabeça: eu ainda
sonho às vezes com ela... E quando ela usou o chuveirinho para
jorrar o jato de água na xoxotinha e no rabinho, tive outra
explosão de gozo. Tive que morder um dedo para não soltar
um gemido alto e longo... Ui, que delícia... Depois dos quinze
ou vinte minutos mais prazerosos de voyeurismo de toda a minha
vida, vi a S. desligar o chuveiro e sair do boxe. Fiquei olhando
enquanto ela se enxugava, e depois punha de volta a calcinha e o
sutiã. Afastei-me da porta enquanto ela escovava os dentes e
me sentei na cama, cobrindo-me com minha saída. Pensei um
pouco e decidi: eu queria aquela gatinha para mim, eu tinha que
tê-la, eu tinha que devorar aquele corpinho perfeito, eu
precisava me deliciar naqueles seios, naquela bundinha, naquela
xaninha... Danem-se as conseqüências, ela TINHA que ser
minha, e naquela noite mesmo...! Comecei a pensar em como seduzi-la
sem assustá-la. Passei uma escova nos cabelos e fiquei
aguardando ela sair do banheiro. Quando ela saiu e pôs os
pés no meu quarto, meu coração bateu mais depressa.
Que moreninha linda era a S., agora toda limpinha e cheirosinha, e
como lhe caia bem a minha saída! Ficamos nos olhando, uma
loira e uma morena vestidas com a mesma saída. Só tinha
uma diferença: ela estava de calcinha e sutiã, ao passo
que eu estava completamente nua por baixo... Convidei-a a sentar na
cama para papearmos um pouco. Não desgrudei os olhos dela nem
um instante. Minha mente entrou num conflito terrível: meu
lado sensual e vampiresco imaginava mil formas de prazer com aquele
corpinho, enquanto que o meu lado melhor -- o solidário, o
humano, o consciente -- preocupava-se mesmo com o bem-estar daquela
garota tão desamparada... Abri o papo apresentando-me
formalmente. Afinal, só nos havíamos apresentado de
relance, no elevador do prédio. Foi um ótimo quebra-gelo.
Ela me falou de sua carreira de secretária, com a qual
não andava muito satisfeita mas que pelo menos honrava o
diploma que tinha. Fui percebendo que estava diante de uma garota
não só bonita, mas também inteligente e
simpática. Tinha um arzinho triste, o que era perfeitamente
compreensível nas circunstâncias. Havia algo de
encantador naquela timidez dela: reparei que, quando me relatou
aquele incidente horrível, jamais usara nenhum palavrão,
nenhuma vulgaridade. Por um lado era questão de
educação (não se fala besteira na presença de
gente desconhecida), por outro de inibição, achei. Mas
parece que gostou da minha conversa, conversamos sobre todos os
assuntos (até da conjuntura atual!) e o papo foi rolando
gostoso de maneira que quase, QUASE esqueci meu propósito de
seduzi-la... Esvaziamos os copos de conhaque que eu tinha trazido
da sala. "Meu Deus, olha que horas são! Acho bom a gente
dormir", disse ela, levantando-se da cama e se dirigindo para a
sala. Eu a chamei de volta: não precisava dormir no sofá,
minha cama era bem grande e cabíamos as duas aqui. Ela hesitou
um pouquinho mas voltou. Ótimo, ainda bem que ela resolveu
ficar. A luz do abajur fazia reflexo naqueles lindos cabelos
morenos e nos olhinhos castanhos dela. Tão graciosa e
tímida... Eu tinha de fazer com que ela se despisse, me
mostrasse de novo aquele corpinho que eu vi em segredo e que me
enchia de desejo. Mas também não queria assustá-la,
ainda mais depois de ter vivido momentos tão horrendos nas
mãos de um bruto. Não podia assediá-la diretamente,
senão a minha pombinha bateria as asas e nunca mais voltaria
para mim. O que fazer? Resolvi tomar a iniciativa ficando nua
diante dela. Mas com que pretexto...? Hum, é tão gostoso
roçar o corpo na seda dos lençóis... Eu sugeri que
nós dormíssemos nuas para sentirmos melhor essa
sensação deliciosa na pele. Tirei a saída e fiquei
deitada de lado completamente nua, exibindo-me a ela. Notei que ela
ficava me olhando o tempo todo, não sei se já interessada
em mim. Mas era bom sinal, a noite prometia... Consegui
convencê-la a tirar a saída. Meu coração
disparou de novo ao ver aquele corpinho saboroso naquela embalagem
de calcinha e sutiã cor-de-rosa. Que delícia! Ela
pendurou a saída na cadeira e voltou para a cama. Ela ia se
meter debaixo do lençol quando eu a detive e lhe recomendei
tirar o sutiã para não dormir com os seios apertados. Ela
parecia receosa, e eu a tranqüilizei dizendo que nós duas
estávamos sozinhas lá, e que não tinha por que se
preocupar... (S., me desculpa o cinismo, mas acho que no fim tudo
deu certo...) Cheguei bem pertinho dela e fiquei olhando aquele
rostinho de anjo enquanto lhe desabotoava o sutiã. Ela
também ficou me olhando e me deixou despi-la sem problemas.
Como ela era maravilhosa, com aquele corpo bem tostadinho de sol, e
a marca do biquíni sobre aqueles peitinhos tão deliciosos
-- um pouco menores que os meus, mas que cabiam direitinho na palma
das minhas mãos, com os biquinhos em forma de cone encimados
por um botãozinho que eu tanto queria deixar bem saltado e
durinho... Percebi que os meus biquinhos estavam se enrijecendo,
não viam a hora de conhecer os dela e se tocar e se
esfregar... Ai! Era a hora. Fiz um elogio mais do que merecido
à beleza dela e preparei minha declaração de amor.
Acariciei aquele rostinho, ela fechou os olhos e ficou bem
receptiva. Dei-lhe um beijo ao mesmo tempo cheio de ternura e de
desejo. Ela abriu os olhos um instante, e depois me pediu:
"Você gosta de mim? Então me beija de novo..." Desta vez
nos beijamos como se fossemos amantes nos primeiros meses de
namoro, cheias de paixão e verdadeira tesão, arfando,
apertando e soltando os lábios, explorando as bocas uma da
outra com nossas línguas. Que garota tão deliciosa! Para
minha alegria, ela correspondia perfeitamente aos meus carinhos,
beijando-me de volta a cada beijo que lhe dava. Abraçamo-nos e
trocamos carícias com as mãos, depois esfregamos nossos
seios uma na outra, sempre beijando sem parar. Minha xoxota ficou
roçando a dela, só que ela ainda estava de calcinha.
Senti-me toda encharcada na xana, e percebi que a calcinha dela
estava empapada, não sei se do meu gozo ou do dela. Ah...
Beijei-lhe a boca, depois o queixo, e fui descendo do pescoço
até o colo, sempre beijando, chupando e lambendo. Acariciei
aqueles peitinhos tão apetitosos, lambi e chupei com gosto.
Hummm, que delícia... Ela chegou ao clímax e gemia, um
gemido tão gostoso de ouvir, igual ao que eu mesma estaria
soltando logo mais... Eu não queria parar, e sabia muito bem
que ela também não. Enquanto massageava-lhe os peitinhos,
fui lambendo o umbiguinho delicioso e desci até encostar minha
cara na calcinha dela, molhada como se fosse xixi de criança.
Alguns pêlos daquela linda penugem ameaçavam escapar por
baixo da calcinha, e o perfume da xana excitada já me
impregnava as narinas. Fiquei louca de tesão! Disse a ela que
era melhor tirar a calcinha, porque já estava toda molhada. E
consegui o que queria, enfim: deixá-la todinha nua, nuazinha
para mim... Ai, que xotinha linda a dela, toda felpuda, com um uma
cobertura fina de cabelinhos negros, luzidios e macios sobre aquele
delicioso triângulo de carne... Os lábios maiores e o
monte dela estavam inchados, túrgidos, e a pequena dobrinha
dos lábios menores que aparecia estava bem rosadinha e
úmida. Os pentelhinhos já estavam bem empapados. Ela
estava pronta, prontinha para o meu ataque, e eu resolvi
provocá-la mais ainda adiando minha investida. Dei umas
beijoquinhas sobre o monte e os lábios maiores, depois fui
beijando e lambendo a virilha e a parte interna das coxas, um lado
de cada vez, e me afastando. Ela suspirava, arfava, chiava, e
só a timidez de quem estava obviamente sendo seduzida pela
primeira vez por outra mulher a impedia de pedir, de implorar por
mais carinho. Levantei uma das pernas dela e comecei a lamber e
beijar o pé, massageando-lhe os dedos com minha língua, e
depois lambi-lhe a barriga-da-perna e a dobra atrás do joelho.
Sabia por experiência própria que esta dobra era uma das
áreas mais prazerosas do corpo, e lambi com gosto. Ela
estremecia de prazer. Dobrei-lhe a outra perna para cima e lambi
atrás do outro joelho. Virei as pernas dela para cima,
segurando com as mãos atrás dos joelhos dela, e fui
descendo as coxas dela, beijando e lambendo a parte de trás
que estava totalmente exposta a mim. Ela ficou o tempo todo de
olhos fechados gemendo, um gemido de gata no cio, de fêmea que
se entrega. Levantei-lhe o corpo um pouco, agora todo dobrado com
as pernas para cima e para trás, aquela xana toda exposta,
inchada, pulsante, as paredes completamente lambuzadas, o grelinho
já vermelho, já suplicando pela minha língua... Mas
atormentei-a um pouco mais desviando-me outra vez, agora para mais
em baixo, naquele anelzinho do rabicó que senti que já
estava relaxado. Dei um beijinho carinhoso naquele cuzinho tão
abusado, sem insistir para não assustá-la, depois
percorri o períneo acima com a língua até a entrada
da vagina. Ela não parava de gemer pausada e ritmicamente, e
eu fui beijando e lambendo dos dois lados da abertura,
borboleteando com a língua os grandes lábios e subindo
devagarinho... Quando passei a língua pelos lábios
menores bem molhados em direção ao grelinho, já bem
intumescido e vermelho feito uma cerejinha, senti que ela
começava a se contrair com o orgasmo iminente. Afastei
delicadamente os lábios menores com meus dedos, empurrei o
capuchinho para trás com a língua, fechei minha boca em
forma de O e abocanhei o precioso moranguinho... Ela tremia toda,
gemia quase ululando, e eu não queria interromper o gozo dela,
e fui lambendo o clitizinho com a ponta da língua, cada vez
mais rápido. Ela se contraia em espasmos violentos, e a minha
tesão aumentava com a dela. Aahh... Passei dois dedos nos
lábios menores totalmente encharcados, lubrifiquei-os e
penetrei delicadamente na vagina. Virei os dedos para cima e com a
polpa deles fui massageando a parte superior da xana, bem debaixo
do grelinho que eu continuava a chupar e a lamber... Ficamos um bom
tempo fazendo isso, ela gozando várias vezes, eu toda
excitada, fodendo-a com meus dedos e chupando aquela delícia
de bucetinha... Depois fiz ela abrir as pernas em forma de tesoura,
abri com os dedos aquela xerequinha e comecei a lamber de novo,
desta vez passando a língua por toda aquela gruta de prazeres.
Tive uma doce surpresa quando, em meio a gemidos, suspiros e
soluços de prazer, ela me disse que queria mais: "Ai, não
pára não, não pára... Continua me chupando...
Chupa minha bucetinha..." Adoro falar sujo na cama, e a minha
moreninha toda direitinha estava soltando a franga, enfim... Isso
me deixou alucinada de tesão. Lambi, sorvi aquela xoxotinha
com muito gosto, com uma fome louca, como se minha vida dependesse
de chupar aquela buceta. Aahh... Eu não agüentava mais!
Minha própria buceta estava respingando de desejo. Eu tinha
que fazer aqueles lábios de anjo me lamberem, me chuparem,
até gozar como ela gozava. Subi pelo corpo dela beijando e
lambendo sempre, do ventre até os peitinhos, cujas
aréolas já estavam roxas. Deitei-me sobre aquele corpinho
e nos beijamos ardorosamente de novo. Pela primeira vez, desde que
começamos nossos carinhos, estávamos nós duas
completamente nuas, uma sobre a outra, encostando nossos corpos...
Coloquei minhas pernas em tesoura, alternando com as pernas dela,
de modo a encostar buceta com buceta, e começamos a esfregar
nossos grelos... Ai, eu a abraçava forte e a beijava, enquanto
as mãos dela percorriam minhas costas e desceram até
minha bunda, onde ficaram me acariciando... Era como uma dança
em que eu conduzisse e ela me acompanhasse perfeitamente, só
que era uma foda deliciosa como poucas... Rolamos várias vezes
na cama, sem parar de beijar e de roçar... Foi a minha vez de
gozar, o primeiro orgasmo que tivemos juntas, eu em baixo e ela em
cima, nossas xanas totalmente meladas, nossos corpos num espasmo
alucinante e prodigioso. Ah, que momento tão gostoso... Eu
queria mais, mais, queria que aquela gatinha morena virasse uma
putinha bem sapeca, disposta a me chupar com gosto e me fazer
alucinar de tesão... Dei-lhe outro beijo molhado e desafiei-a
a me chupar, agora era a minha vez de ser chupada e gozar, gozar...
O meu anjinho inexperiente aprendeu rápido a me tratar como
mulher, e mamou meus peitos com muita categoria para uma
principiante nas artes sáficas... Enquanto eu me derretia de
prazer, peguei a mãozinha dela e a levei à minha buceta,
obrigando-a a me masturbar. Gozei mais uma vez e acabei chupando
aqueles dedos lambuzados com o meu suquinho lubrificante... Mas eu
queria mais, queria sentir aquela lingüinha quase inocente
dentro de mim... Peguei a cabeça dela com as mãos e fui
forçando-a para baixo, para que chupasse tudo o que estivesse
no caminho... No fim fiquei ajoelhada, formando uma tesoura com as
pernas, encostei minha buceta na boca dela e pedi para que me
chupasse. Eu estava enlouquecida de tesão. Senti as primeiras
lambidelas da bela moreninha na minha xana, um pouco vacilantes mas
incrivelmente estimulantes. Que grata surpresa, ela me chupava
direitinho, do jeito que eu gosto... Eu tinha percebido que ela era
iniciante, havia sentido sua hesitação no nosso primeiro
contato (que gracinha!), mas ela sabia muito bem o que agrada uma
mulher. Ai, que delícia que foi! Joguei a cabeça para
trás enquanto aquela língua me lambia a entrada da gruta,
parecia que ela queria devorar toda a lubrificação da
minha buceta, o que me deixava mais molhada ainda... Senti o meu cu
relaxar, era sinal de que o gozo vinha vindo, e no momento exato
ela se lançou com a língua sobre o meu grelo, que ia
explodir de tesão. Aahhh... O gozo veio em ondas, uma depois
da outra, o meu corpo estremeceu, uma avalanche de
contrações e espasmos tomou conta de mim. Meu Deus, o que
essa moreninha estava fazendo comigo? Quando seduzo uma mulher, eu
espero gozar e fazer gozar, sim, mas desta vez não era só
isso, havia algo mais... Acho que eu nunca havia gozado com tanta
intensidade assim num primeiro encontro, com uma garota
desconhecida, que ainda não conhecia meus ritmos e
particularidades. Percebi que essa gatinha era especial, e que ela
gostava de me chupar. Como boa putinha, também sentia prazer
em me dar prazer, e vi que ela gozou ao me fazer gozar. Minha
lindinha, eu queria que ela continuasse e também não
parasse de gozar. Virei o corpo e me posicionei para ficar por cima
dela. Logo nos entregamos a um frenético 69, chupando e
lambendo a xaninha uma da outra... Quando ela me agarrou a bunda
com as mãos, pensei que fosse enfiar um polegar no meu cu, mas
acho que sexo anal era algo traumatizante para a pobrezinha, mesmo
no auge do tesão. Não importa, nossas bucetinhas estavam
bem molhadas e melhor chupadas, e não demorou para que novas
ondas de orgasmo nos possuíssem, uma depois da outra depois da
outra... Aaahhh... Depois paramos um pouco. Ela ficou de
bruços, sem querer (?) empinando aquela bundinha deliciosa,
tão apetitosa que, Deus me perdoe, quase ia me fazendo dar
razão ao canalha que a violentou por trás, ao menos como
tentação irresistível. (Não, S.,
tentação ou não, o cara jamais podia ter feito
aquilo com você. É uma questão de princípio.)
Aquele rabicozinho devia estar dolorido ainda, embora tivesse
relaxado com o orgasmo. Sei de um remédio infalível, uma
massagenzinha que eu aplico com a língua... Primeiro uma
pinceladinha em volta do anel, para relaxar, e depois um beijinho,
uma sopradinha... e umas lambidas bem suaves, sem penetrá-la,
para esperar pelo convite dela. "O que você está
fazendo?", ela estranhou, e quando percebeu, protestou: "Não,
aí não, por favor, aí não..." Chupar uma mulher
é sempre uma questão de "timing", de saber a hora certa
de fazer a carícia certa, e uma vez iniciado o ciclo do
orgasmo não perder o momento, não deixar cair a peteca e
continuar a lhe dar prazer. O gozo dela já vinha, era uma
questão de segundos, e percebi isso porque o cuzinho dela deu
uma relaxada que aproveitei para penetrá-la, agora sim, com a
língua. Ela me respondeu completando a frase inacabada de
outra maneira: "aí não... não... não
pára... não pára... faz mais... isso..." Ela gemia
pedindo mais, e eu lambia e chupava aquele cu com muita gula, e
ficava cada vez mais frenética de tesão quando vi aquela
moreninha linda e inexperiente feito uma verdadeira puta selvagem e
tresloucada. Veio o orgasmo avassalador, e ela gemeu copiosamente
enquanto eu lhe lambia o cuzinho e massageava aquela bucetinha
novamente encharcada. Que bom que ela não perdeu a
sensibilidade do rabinho, pensei, com um pouco de carinho e trato
ela haverá de se recuperar completamente do trauma. E
então ocorreu o inesperado, algo que não estava no
programa, e que nunca havia acontecido comigo nesta vida
desregrada... Sempre que seduzo uma mulher (ou um homem) eu
mantenho o controle, sei estimular e conduzir minhas parceiras
até o orgasmo, dar-lhes o supremo prazer, para que depois elas
me retribuam à altura. Mas desta vez, desta vez eu não
precisei de nenhuma retribuição: só o fato de
vê-la deitada de bruços e gozando desenfreadamente,
esfregando-se nos lençóis em desespero, me deu um
tesão incontrolável que tinha mesmo que acabar como
acabou. Tive um tremendo orgasmo só de vê-la responder
às minhas chupadelas, meu corpo todo derreteu como geléia
e me entreguei aos espasmos e convulsões de um gozo abrasador.
Caí em cima dela e ficamos assim abraçadas, eu sobre as
costas dela, as duas abaladas e estremecendo de prazer, gemendo e
suspirando desvairadas. Só acordamos no dia seguinte,
descansadas e muito felizes de ter uma a outra. Aquele foi o dia da
caça. A caçadora virou presa, a sedutora é que
acabou seduzida. Eu pretendia tê-la para mim, como de
hábito. Não, foi ela que me fisgou inteirinha.
Apaixonei-me perdidamente por ela. Agora somos amantes, parceiras
no amor e no prazer. Duas garotas, duas mulheres, duas
fêmeas.
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