Feliz Ano novo!!!

Desejo a vocês um 2008 com:

* 365 dias de F.e.l.i.c.i.d.a.d.e;
* 52 semanas de S.a.ú.d.e e P.r.o.s.p.e.r.i.d.a.d.e;
* 12 meses de A.m.o.r e C.a.r.i.n.h.o;
* 8760 horas de P.a.z e H.a.r.m.o.n.i.a;
** E que neste Novo Ano você tenha
2008 motivos para sorrir...

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________00______ FELIZ_______00
_______00_______ 2008________00
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_____00________TIM-TIM!!!_______00
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Bjs e um maravilhoso Ano Novo!!!

sábado 29 dezembro 2007 18:13


Feliz Natal!!! e Feliz Ano novo...

Oi gente!!!

antes de mais nada quero me desculpar pela minha ausência é q começei a trabalhar então fiquei meio sem tempo, mas saibam q não esquecir do meu blog muitos menos de vcs q estão sempre aqui companhando minha história, quero q saibam q sempre q puder estarei aqui desabafando com vcs.

Tenho novidades esses ultimos dias aconteceu algumas coisas comigo bem diferentes, mas infelizmente vou ter q deixar pra depois só passei por aqui pra desejar a vcs um feliz natal cheio de paz saúde alegria, harmonia, amor e tudo q a de bom nessa nossa vida e um feliz ano novo repleto de realizações.

Obrigada por todo apoio amo receber a visita e os comentarios de todos.

domingo 23 dezembro 2007 13:01


Amor a primeira vista...

Blog de yolandasa :Minhas Histórias Vividas!, Amor a primeira vista...

Quando a vi, sua beleza me fascinou, tirou meu fôlego. Ela era uma mulher escultural, seus olhos azulados, pareciam que olhavam dentro de nossa alma. Seu corpo exalava sensualidade por todos os poros. Ela me fitou e me derreti. Seus sorrisos de dentes brancos e perfeitos encantavam pela beleza de seus lábios carnudos. Imediatamente, tive uma vontade louca de beijá-los. Imaginei sua língua em minha boca. Estremeci. Pensei em como poderia me aproximar. Os homens, a cercavam como abelhas em pote de açúcar. Ela, altaneira, circulava sempre sorrindo, encantadora, sem se fixar em ninguém. O tempo foi passando e a festa corria Ela dançava, ora com um, ora com outro, sorrindo sempre. Sempre simpática e cativante... Só de imaginá-la em meus braços, sentia um frisson em minha espinha. De repente, ela se encaminhou para onde eu estava, sorrindo, senti que poderia entrar pelo chão... Será que vinha falar comigo? Passou por mim, e se aproximou de um grupo de pessoas nas minhas costas. Aí ouvi sua voz! O som sensual e suave que entraram por meus ouvidos abalando meus nervos. Ela era perfeita! Minha vontade de tê-la em meus braços, lamber seu pescoço, descendo minha língua pelo ombro até alcançar seu seio firme, envolver com meus lábios seu mamilo túrgido sentir o sabor do cheiro que adivinhava ser o dela. Quando dei por mim, percebi que algumas pessoas me olhavam disfarçadamente. Eu estava dando bandeira! Ela então me olhou, sorriu e perguntou o que estava acontecendo comigo. Gaguejei!! Perguntou se estava me sentindo bem e me pegando pelo braço, me levou até o bar. Ofereceu-me água. Tomei. Levou-me para o jardim para que eu pudesse tomar ar. Criei coragem e perguntei seu nome. Amélia, respondeu e o seu? Francis, respondi. Minha mãe era americana e me deu esse nome ambíguo. Ela achou graça de minha observação, soltando uma gargalhada fácil. O gelo estava quebrado. Finalmente, consegui, pela maneira mais inesperada, iniciar uma conversa com essa mulher maravilhosa. A partir de então, o papo rolou solto e fácil. Falamos de tudo, sentíamos gradativamente que nos conhecíamos há muito tempo. Quando demos por nós, o sábado estava amanhecendo. Durante nossa conversa, minha imaginação corria solta, cada vez que ela sorria, mais aumentava meu desejo de beijar seus lábios, sentir sua pele em meus dedos, aquele perfume que eu imaginava inicialmente, era ainda mais provocante e excitante. Ao amanhecer o dia, Amélia perguntou se eu poderia dar uma carona até seu apartamento, uma vez que estava sem carro. Aquilo foi uma surpresa tão grande que quase não acreditei. Saímos. Ela tropeçou no capacho da entrada e segurou em mim. Amparei-a estremecendo ao sentir aquelas unhas longas ferindo meu braço, arranhando minha pele. Novamente um frio percorreu minha espinha. Nesse momento quase a agarrei! Meu tesão era imenso. Senti que ela, nesse momento foi um pouco além de um simples apoio, seu corpo roçou o meu alem do necessário. Pareceu-me que queria sentir meu corpo. Quando chegamos em seu apartamento ela me convidou para subir e como eu ficasse sem saber o que responder ela insistiu dizendo que seu café era ótimo, seu sorriso, nesse momento era um pouco safado. Subimos. Ao chegar na sala ela virou-se para mim e como um imã, nossos lábios foram se aproximando, até que sem uma só palavra, nossas bocas se uniram em um beijo selvagem e arrebatador. Nossas mãos procuravam nossas carnes, enquanto ela soltou minha saia, deixando-a cair, eu brigava com os botões de seu vestido. Quando esse finalmente caiu, nossas coxas se tocaram e senti o calor de sua pele na minha. Arranquei minha blusa, nossos seios se tocaram, senti sua mão agarrar meu seio e seus lábios morderem meu mamilo túrgido. Gemi. Sua respiração era entrecortada, ofegante. Rolamos para o tapete, nossas mãos percorriam nossas curvas, estávamos ávidas por nossos corpos. Nossas calcinhas sumiram sem que soubéssemos como, estávamos nuas. Levei minhas mãos ate sua xana, senti seus pentelhos aparadinhas, macios como seda, não resisti e lentamente comecei a acariciar seu clitóris ela gemeu de prazer! Estava molhadinha... Nesse instante ela começou a fazer o mesmo comigo, gemíamos e soluçávamos em um prazer enorme. Ela pediu para que eu a chupasse... Não foi preciso que insistisse, seus sabor era delicioso, almiscarado, seu clitóris durinho vibrou quando passei milha língua por ele, chupei-o com sofreguidão. Ela começou a soluçar, dizendo palavras obscenas, aquilo me agradava muito, meu tesão aumentou... Virei meu corpo e ela, imediatamente começou a chupar-me também, sua língua dura percorria meus lábios, sua boca sugava meu clitóris me levando a loucura, gozamos juntas, diversas vezes, até que exaustas caímos para o lado, exaustas e felizes. Ficamos algum tempo abraçadas, sem que nada precisasse ser dito. Passados alguns minutos, já refeitas, Amélia me convidou para tomarmos um banho... Pusemos a banheira de hidromassagem tamanho gigante para encher e ela me convidou então para tomar aquele café. Fomos para a cozinha, enquanto ela preparava o café, me contou que assim que me viu na festa, ficou excitada, sem saber o fazer para se aproximar. Que minha beleza a fez balançar. Fiquei surpresa e feliz por saber que estivemos na mesma situação. Seu café era tão gostoso quanto ela. Fomos para o banho! Ela pôs espuma na água e ligou a hidro, enquanto a água começava a espuma, ela me surpreendeu: Pegou um frasco com óleo deliciosamente perfumado e suavemente, começou a passar pelo meu corpo com sua mão delicada e macia, me deixando molhadinha de novo. Pedi que ela despejasse óleo em minhas mãos e retribui caricia por caricia. Ouvíamos musicas: suaves e sensuais, começamos a dançar com nossos corpos colados um ao outro, com movimentos sinuosos. Nisso percebemos que a banheira já transbordava, rindo entramos na água morna, e continuamos a nos acariciar, nossas coxas se enlaçavam, nossos braços e mãos estavam em todos os lugares. Perdemos a noção do tempo, nossos lábios se tocavam, nos beijávamos com carinho e tesão. Gozamos diversas vezes e fomos dormir. Passamos o final de semana juntas, o primeiro de muitos, hoje somos conhecidas como as moças bonitas que estão sempre juntas. Pobre dos homens ...

domingo 16 dezembro 2007 12:55


Não precisa mudar...

Não precisa mudar
Vou me adaptar ao seu jeito
Seus costumes, seus defeitos
Seu ciúme, suas caras
Pra que muda-las
Não precisa mudar
Vou saber fazer o seu jogo
Saber tudo do seu gosto
Sem deixar nenhuma mágoa
Sem cobrar nada

Se eu sei que no final fica tudo bem
A gente se ajeita numa cama pequena
Te faço um poema, te cubro de amor

Então você adormece
Meu coração enobrece
E a gente sempre se esquece
De tudo o que passou

segunda 10 dezembro 2007 22:42


Segundo conto DE MULHER PARA MULHER

Blog de yolandasa :Minhas Histórias Vividas!, Segundo conto DE MULHER PARA MULHER

DE MULHER PARA MULHER

 

(Este relato é absolutamente verídico, exceto alguns detalhes que foram alterados para salvaguardar a identidade das pessoas envolvidas. Leia também a Parte I.) Meu nome é M_____. Tenho 25 anos e sou muito conhecida na cidade onde moro. O que ninguém sabe, nem pode saber, é que levo uma vida dupla. Para os outros, sou uma professora do segundo grau, recatada e até meio conservadora, portadora de vários diplomas de mérito didático. Mas uma vez fora da sala de aula, longe dos olhares de meus colegas, dou vazão aos meus desejos reprimidos. Fora da escola, sou uma ninfômana insaciável, sempre sedenta de sexo e prazer. Pouco importa se meus parceiros são homens ou mulheres, nem quantos são. Quero gozar e gozar, hoje e sempre. Aprendi muito cedo a tirar vantagem de minha aparência e nunca tive dificuldades em seduzir quem eu quisesse, onde eu quisesse. Mas se sexualmente eu sempre fui muito segura de mim mesma, no fundo sentia um certo vazio afetivo. Nunca me apaixonei de verdade com as dezenas -- ou centenas? Sei lá, já perdi a conta -- de homens e mulheres com quem transei. Com a S., agora posso dizer a ela, minha atitude inicial não era diferente. Quando nos cruzamos pela primeira vez, no elevador do prédio, a caminho do trabalho, fiquei logo interessada nela: que moreninha linda... Ela era um pouco mais baixa que eu e tinha uma carinha de adolescente. Mas como estava vestida de secretária executiva, achei que já era maior de idade. Ela vestia um conjuntinho simples mas que lhe caía bem e acentuava o corpinho "mignon" sem exagerar. O perfume também era discreto e suave. Vi logo que não se tratava de nenhuma aspirante a perua (daquelas que a classe das secretárias está cheia...) nem uma patricinha fútil. Foi só um "oi" sem apresentações, mas nunca esqueci aquele sorriso maravilhoso que ela me deu. Tão convidativo... Nosso segundo contato foi numa noite, desta vez de volta ao trabalho. Por coincidência tomamos juntas o elevador. Os outros passageiros foram descendo e ficamos só nós duas a bordo. Num impulso irrefletido, perguntei a ela se fazia pouco tempo que tinha mudado para o prédio, só para puxar conversa. "É, acabei de me mudar faz umas duas semanas", ela disse. O elevador parou no meu andar, e eu disse a ela o meu nome e em que apartamento eu morava. "Muito prazer. Eu me chamo S. e moro no 1205", ela disse, praticamente com a porta fechando atrás de mim. Muito prazer...? Só se for com nós duas numa cama, pensei... Mas logo racionalizei e descartei qualquer possibilidade de transa. Não ia dar certo, moramos no mesmo prédio e eu sou a professora M., a quase-puritana e exemplar Dona M., que certamente não ia viver uma aventura erótica rápida e inconseqüente, ainda mais com outra mulher. E no entanto... no entanto, aquela noite eu tive um sonho com ela, aquela linda moreninha, deixando-me devorá-la nuazinha na minha imaginação. Nunca mais vou esquecer aquela sexta-feira em que a S. entrou na minha vida... para ficar. Cheguei em casa por volta das onze da noite, vinda de mais uma típica transa de sexta-feira. Naquela noite foi com dois caras que conheci num bar, bem longe da escola onde leciono. De lá ao motel foi um pulo, e passei mais de uma hora trepando com os dois. Chupei, dei, fui enrabada e ensanduichada, o de sempre. Como homem demora um tempo para se recuperar depois do orgasmo, fui controlando o meu para aproveitar o máximo as duas picas que me deliciavam. Saímos, peguei o meu carro, despistei os caras -- não, não quero vê-los nunca mais, embora eles tenham me saciado minha fome de sexo -- e fui para casa. Tirei a roupa e fui direto para o chuveiro. A porta do boxe, que é de correr, travou por algum motivo e não fechava. Xinguei, mas paciência, fui tomar banho com a porta do boxe aberta. Sorte que o boxe é grande e a água não espirrou para fora, inundando o banheiro. A ducha quente me relaxou bem, enquanto eu ia massageando com o sabonete as partes do meu corpo que aqueles dois "malas" lamberam ou penetraram. Tinha desligado o chuveiro e começava a me enxugar quando ouvi o toque insistente da campainha. Quem será a essa hora, pensei... Enrolei os cabelos numa toalha, pus uma saída e fui dar uma espiada no olho-mágico da porta. Para minha grande surpresa, era a S. ...! Mas ela não parecia nada bem, estava toda desarrumada e aos prantos. Abri a porta imediatamente e a convidei a entrar. Ela estava em frangalhos, com a maquiagem desfeita, os cabelos despenteados e os olhinhos vermelhos. "M., eu preciso, eu preciso muito falar com alguém, mas não conheço ninguém... Desculpe a hora, mas eu preciso..." Ela não se continha, soluçava. Eu a amparei nos meus braços. Pobrezinha, tão frágil e meiga... "O que foi, o que aconteceu com você?", perguntei, alarmada. Ela soluçava, falava umas coisas desconexas, sem sentido, e eu fui buscar um pouco de conhaque. Ela tomou, acalmou-se um pouco, sorriu, agradeceu e ficamos abraçadas um bom tempo, os rostos coladinhos. É verdade que eu a desejava, mas o momento era de solidariedade, de amparo, de ajuda. Levei-a para o sofá, ela tomou um pouco mais e eu a encorajei a me contar o que tinha acontecido. "Você nem imagina, eu nunca podia imaginar que ele ia me fazer isso...", ela disse com a voz dificultada pelos soluços. Deixei ela falar, ela tinha o que dizer e eu estava lá para ouvi-la. Então ela me contou um episódio horrível de brutalidade masculina. Um cara que trabalhava na mesma firma que ela, e com quem ela havia simpatizado, tinha-a convidado para sair naquela sexta. Ia ser um programinha "light", um típico primeiro encontro, só um jantar e um cinema, nada mais. Mas o cara, em vez de trazê-la de volta, acabou "se perdendo" no caminho e a levou a um drive-in. Ela protestou, mas foi forçada a fazer um boquete nele. E não parou aí, ele a jogou no banco de trás, puxou a calcinha dela para baixo e forçou a barra, chegando até a penetrá-la no ânus. Depois que ele se satisfez, ela bateu nele com raiva -- e com toda a razão -- e saiu andando do drive-in, humilhada e furiosa. Felizmente, apareceu um táxi e a trouxe para o prédio aqui. Mas ela não queria ir direto para casa, tinha medo de que o cara aparecesse lá, e também queria falar com alguém. No desespero, veio dar à minha porta. Tentei dar um pouco de conforto à pobrezinha. Que canalha, esse sujeito! E logo no primeiro encontro! Eu disse a ela que os homens que eu conheço, praticamente sem exceção, são uns monstros animalescos quando se trata de sexo. Eles só querem saber de se satisfazer, o nosso prazer como mulher que se dane! (Acho que aprendi a pagar-lhes na mesma moeda, embora todos eles deveriam me agradecer por eu lhes permitir ao menos que gozem enquanto me sacio...) Ela continuava soluçando e em prantos. Ofereci mais conhaque, e ela tomou até ficar um pouco tonta. "Olha, eu ia te pedir pra me acompanhar até o meu apartamento, mas tenho medo que ele apareça lá... ", ela me disse, e depois acrescentou hesitante: "Será que... eu poderia passar a noite aqui? Por favor, só hoje..." Claro que eu concordei, e sem nenhuma malícia. Ofereci-me para acompanhá-la à Delegacia da Mulher no dia seguinte. Tirei a toalha em volta dos meus cabelos e acariciei levemente o rosto dela, enxugando as lágrimas. Ela me abraçou, encostou a cabecinha no meu colo e eu a amparei, apertando-a um pouco contra meu peito. Dei um beijinho na testa dela, ela sorriu... e eu fiquei tentada mais uma vez. Meu Deus, se ela der um sinal, um sinalzinho só, eu caía de boca nela... minha gatinha linda e tão judiada... Eu trouxe uma toalha nova para ela e a convidei a ir tomar um banho. Ela ficou meio surpresa mas não estava em condições de recusar. O filho-da-puta tinha abusado dela e nem ao menos teve a decência de pôr uma camisinha antes! Ela tinha que se lavar, e se lavar bem. Peguei também uma de minhas saídas e emprestei para ela. Estávamos na sala. Para ir ao banheiro era preciso atravessar o meu quarto de dormir, que é do tipo suíte. "Posso deixar a minha roupa aqui na poltrona? Eu durmo aqui no sofá, se você deixar. Contanto que não te incomode.", ela me disse, toda cheia de cerimônia. Entrei no quarto enquanto ela se despia na sala, e discretamente virei o rosto para não olhá-la. Ai, que tentação, mas meus sentimentos de solidariedade eram por enquanto maiores que o enorme desejo que eu sentia por ela. Quando ela entrou no quarto, olhei para a sala de relance e vi, sobre a poltrona, as calças dela bem dobradas e a blusa pendurada. As sandalinhas estavam no chão. Aí ela passou por mim no quarto, em direção ao banheiro. Estava irresistível com aquela saída. Trocamos uns sorrisos e ela entrou. Ouvi o clique da chave trancando a porta do banheiro. Meu apartamento é antigo e as fechaduras internas são daquele tipo clássico. Eu fiquei curiosa, curiosíssima, e tinha, tinha que aproveitar aquela oportunidade! (S., me perdoa, mas não resisti naquela hora...!) Agachei-me na porta do banheiro e espiei pelo buraco da fechadura. Vi a S. tirar a saída, e depois o sutiã, e finalmente a calcinha... Ai, que corpo marvilhoso ela me exibiu com esse strip-tease improvisado e particular! Foram só alguns segundos, ela logo sumiu do campo visual do buraco da fechadura. Jamais vou esquecer a primeira vez que vi, indiscreta e indevidamente, aquela moreninha toda nuazinha... Que peitinhos deliciosos, que barriguinha apetitosa... e aquela xaninha toda felpuda, mas com uma penugem tão delicada... Ouvi um som de descarga, ela voltou ao campo visual do buraco da fechadura, entrou no boxe, tentou fechar a porta sem sucesso e ligou o chuveiro assim mesmo. Naquela hora eu retirei todos os palavrões que tinha dito contra a porta travada. A porta fica bem em frente ao chuveiro e eu pude contemplar, em todo o seu esplendor, aquele corpinho tão saboroso se ensaboando... Ai... Eu estava nua por baixo da minha saída e meus dedos instintivamente correram para o meio entre minhas coxas... Então ela virou o corpo e me mostrou aquela bundinha tão gostosa, redondinha, arrebitadinha... e passou o sabonete várias vezes sobre aquele rabicozinho que foi tão brutalmente maltratado... (S., acho que você sabia que eu estava te espiando, você fez aquilo de propósito para me provocar... Admita, sua safadinha...!) Não agüentei. Masturbei-me lá mesmo, agachada, e gozei... Ainda bem que o barulho da água do chuveiro deve ter abafado meus gemidos de prazer. Aquela imagem daquele corpo belíssimo no chuveiro, as mãos apalpando os seios, apertando a xaninha, não me saem da cabeça: eu ainda sonho às vezes com ela... E quando ela usou o chuveirinho para jorrar o jato de água na xoxotinha e no rabinho, tive outra explosão de gozo. Tive que morder um dedo para não soltar um gemido alto e longo... Ui, que delícia... Depois dos quinze ou vinte minutos mais prazerosos de voyeurismo de toda a minha vida, vi a S. desligar o chuveiro e sair do boxe. Fiquei olhando enquanto ela se enxugava, e depois punha de volta a calcinha e o sutiã. Afastei-me da porta enquanto ela escovava os dentes e me sentei na cama, cobrindo-me com minha saída. Pensei um pouco e decidi: eu queria aquela gatinha para mim, eu tinha que tê-la, eu tinha que devorar aquele corpinho perfeito, eu precisava me deliciar naqueles seios, naquela bundinha, naquela xaninha... Danem-se as conseqüências, ela TINHA que ser minha, e naquela noite mesmo...! Comecei a pensar em como seduzi-la sem assustá-la. Passei uma escova nos cabelos e fiquei aguardando ela sair do banheiro. Quando ela saiu e pôs os pés no meu quarto, meu coração bateu mais depressa. Que moreninha linda era a S., agora toda limpinha e cheirosinha, e como lhe caia bem a minha saída! Ficamos nos olhando, uma loira e uma morena vestidas com a mesma saída. Só tinha uma diferença: ela estava de calcinha e sutiã, ao passo que eu estava completamente nua por baixo... Convidei-a a sentar na cama para papearmos um pouco. Não desgrudei os olhos dela nem um instante. Minha mente entrou num conflito terrível: meu lado sensual e vampiresco imaginava mil formas de prazer com aquele corpinho, enquanto que o meu lado melhor -- o solidário, o humano, o consciente -- preocupava-se mesmo com o bem-estar daquela garota tão desamparada... Abri o papo apresentando-me formalmente. Afinal, só nos havíamos apresentado de relance, no elevador do prédio. Foi um ótimo quebra-gelo. Ela me falou de sua carreira de secretária, com a qual não andava muito satisfeita mas que pelo menos honrava o diploma que tinha. Fui percebendo que estava diante de uma garota não só bonita, mas também inteligente e simpática. Tinha um arzinho triste, o que era perfeitamente compreensível nas circunstâncias. Havia algo de encantador naquela timidez dela: reparei que, quando me relatou aquele incidente horrível, jamais usara nenhum palavrão, nenhuma vulgaridade. Por um lado era questão de educação (não se fala besteira na presença de gente desconhecida), por outro de inibição, achei. Mas parece que gostou da minha conversa, conversamos sobre todos os assuntos (até da conjuntura atual!) e o papo foi rolando gostoso de maneira que quase, QUASE esqueci meu propósito de seduzi-la... Esvaziamos os copos de conhaque que eu tinha trazido da sala. "Meu Deus, olha que horas são! Acho bom a gente dormir", disse ela, levantando-se da cama e se dirigindo para a sala. Eu a chamei de volta: não precisava dormir no sofá, minha cama era bem grande e cabíamos as duas aqui. Ela hesitou um pouquinho mas voltou. Ótimo, ainda bem que ela resolveu ficar. A luz do abajur fazia reflexo naqueles lindos cabelos morenos e nos olhinhos castanhos dela. Tão graciosa e tímida... Eu tinha de fazer com que ela se despisse, me mostrasse de novo aquele corpinho que eu vi em segredo e que me enchia de desejo. Mas também não queria assustá-la, ainda mais depois de ter vivido momentos tão horrendos nas mãos de um bruto. Não podia assediá-la diretamente, senão a minha pombinha bateria as asas e nunca mais voltaria para mim. O que fazer? Resolvi tomar a iniciativa ficando nua diante dela. Mas com que pretexto...? Hum, é tão gostoso roçar o corpo na seda dos lençóis... Eu sugeri que nós dormíssemos nuas para sentirmos melhor essa sensação deliciosa na pele. Tirei a saída e fiquei deitada de lado completamente nua, exibindo-me a ela. Notei que ela ficava me olhando o tempo todo, não sei se já interessada em mim. Mas era bom sinal, a noite prometia... Consegui convencê-la a tirar a saída. Meu coração disparou de novo ao ver aquele corpinho saboroso naquela embalagem de calcinha e sutiã cor-de-rosa. Que delícia! Ela pendurou a saída na cadeira e voltou para a cama. Ela ia se meter debaixo do lençol quando eu a detive e lhe recomendei tirar o sutiã para não dormir com os seios apertados. Ela parecia receosa, e eu a tranqüilizei dizendo que nós duas estávamos sozinhas lá, e que não tinha por que se preocupar... (S., me desculpa o cinismo, mas acho que no fim tudo deu certo...) Cheguei bem pertinho dela e fiquei olhando aquele rostinho de anjo enquanto lhe desabotoava o sutiã. Ela também ficou me olhando e me deixou despi-la sem problemas. Como ela era maravilhosa, com aquele corpo bem tostadinho de sol, e a marca do biquíni sobre aqueles peitinhos tão deliciosos -- um pouco menores que os meus, mas que cabiam direitinho na palma das minhas mãos, com os biquinhos em forma de cone encimados por um botãozinho que eu tanto queria deixar bem saltado e durinho... Percebi que os meus biquinhos estavam se enrijecendo, não viam a hora de conhecer os dela e se tocar e se esfregar... Ai! Era a hora. Fiz um elogio mais do que merecido à beleza dela e preparei minha declaração de amor. Acariciei aquele rostinho, ela fechou os olhos e ficou bem receptiva. Dei-lhe um beijo ao mesmo tempo cheio de ternura e de desejo. Ela abriu os olhos um instante, e depois me pediu: "Você gosta de mim? Então me beija de novo..." Desta vez nos beijamos como se fossemos amantes nos primeiros meses de namoro, cheias de paixão e verdadeira tesão, arfando, apertando e soltando os lábios, explorando as bocas uma da outra com nossas línguas. Que garota tão deliciosa! Para minha alegria, ela correspondia perfeitamente aos meus carinhos, beijando-me de volta a cada beijo que lhe dava. Abraçamo-nos e trocamos carícias com as mãos, depois esfregamos nossos seios uma na outra, sempre beijando sem parar. Minha xoxota ficou roçando a dela, só que ela ainda estava de calcinha. Senti-me toda encharcada na xana, e percebi que a calcinha dela estava empapada, não sei se do meu gozo ou do dela. Ah... Beijei-lhe a boca, depois o queixo, e fui descendo do pescoço até o colo, sempre beijando, chupando e lambendo. Acariciei aqueles peitinhos tão apetitosos, lambi e chupei com gosto. Hummm, que delícia... Ela chegou ao clímax e gemia, um gemido tão gostoso de ouvir, igual ao que eu mesma estaria soltando logo mais... Eu não queria parar, e sabia muito bem que ela também não. Enquanto massageava-lhe os peitinhos, fui lambendo o umbiguinho delicioso e desci até encostar minha cara na calcinha dela, molhada como se fosse xixi de criança. Alguns pêlos daquela linda penugem ameaçavam escapar por baixo da calcinha, e o perfume da xana excitada já me impregnava as narinas. Fiquei louca de tesão! Disse a ela que era melhor tirar a calcinha, porque já estava toda molhada. E consegui o que queria, enfim: deixá-la todinha nua, nuazinha para mim... Ai, que xotinha linda a dela, toda felpuda, com um uma cobertura fina de cabelinhos negros, luzidios e macios sobre aquele delicioso triângulo de carne... Os lábios maiores e o monte dela estavam inchados, túrgidos, e a pequena dobrinha dos lábios menores que aparecia estava bem rosadinha e úmida. Os pentelhinhos já estavam bem empapados. Ela estava pronta, prontinha para o meu ataque, e eu resolvi provocá-la mais ainda adiando minha investida. Dei umas beijoquinhas sobre o monte e os lábios maiores, depois fui beijando e lambendo a virilha e a parte interna das coxas, um lado de cada vez, e me afastando. Ela suspirava, arfava, chiava, e só a timidez de quem estava obviamente sendo seduzida pela primeira vez por outra mulher a impedia de pedir, de implorar por mais carinho. Levantei uma das pernas dela e comecei a lamber e beijar o pé, massageando-lhe os dedos com minha língua, e depois lambi-lhe a barriga-da-perna e a dobra atrás do joelho. Sabia por experiência própria que esta dobra era uma das áreas mais prazerosas do corpo, e lambi com gosto. Ela estremecia de prazer. Dobrei-lhe a outra perna para cima e lambi atrás do outro joelho. Virei as pernas dela para cima, segurando com as mãos atrás dos joelhos dela, e fui descendo as coxas dela, beijando e lambendo a parte de trás que estava totalmente exposta a mim. Ela ficou o tempo todo de olhos fechados gemendo, um gemido de gata no cio, de fêmea que se entrega. Levantei-lhe o corpo um pouco, agora todo dobrado com as pernas para cima e para trás, aquela xana toda exposta, inchada, pulsante, as paredes completamente lambuzadas, o grelinho já vermelho, já suplicando pela minha língua... Mas atormentei-a um pouco mais desviando-me outra vez, agora para mais em baixo, naquele anelzinho do rabicó que senti que já estava relaxado. Dei um beijinho carinhoso naquele cuzinho tão abusado, sem insistir para não assustá-la, depois percorri o períneo acima com a língua até a entrada da vagina. Ela não parava de gemer pausada e ritmicamente, e eu fui beijando e lambendo dos dois lados da abertura, borboleteando com a língua os grandes lábios e subindo devagarinho... Quando passei a língua pelos lábios menores bem molhados em direção ao grelinho, já bem intumescido e vermelho feito uma cerejinha, senti que ela começava a se contrair com o orgasmo iminente. Afastei delicadamente os lábios menores com meus dedos, empurrei o capuchinho para trás com a língua, fechei minha boca em forma de O e abocanhei o precioso moranguinho... Ela tremia toda, gemia quase ululando, e eu não queria interromper o gozo dela, e fui lambendo o clitizinho com a ponta da língua, cada vez mais rápido. Ela se contraia em espasmos violentos, e a minha tesão aumentava com a dela. Aahh... Passei dois dedos nos lábios menores totalmente encharcados, lubrifiquei-os e penetrei delicadamente na vagina. Virei os dedos para cima e com a polpa deles fui massageando a parte superior da xana, bem debaixo do grelinho que eu continuava a chupar e a lamber... Ficamos um bom tempo fazendo isso, ela gozando várias vezes, eu toda excitada, fodendo-a com meus dedos e chupando aquela delícia de bucetinha... Depois fiz ela abrir as pernas em forma de tesoura, abri com os dedos aquela xerequinha e comecei a lamber de novo, desta vez passando a língua por toda aquela gruta de prazeres. Tive uma doce surpresa quando, em meio a gemidos, suspiros e soluços de prazer, ela me disse que queria mais: "Ai, não pára não, não pára... Continua me chupando... Chupa minha bucetinha..." Adoro falar sujo na cama, e a minha moreninha toda direitinha estava soltando a franga, enfim... Isso me deixou alucinada de tesão. Lambi, sorvi aquela xoxotinha com muito gosto, com uma fome louca, como se minha vida dependesse de chupar aquela buceta. Aahh... Eu não agüentava mais! Minha própria buceta estava respingando de desejo. Eu tinha que fazer aqueles lábios de anjo me lamberem, me chuparem, até gozar como ela gozava. Subi pelo corpo dela beijando e lambendo sempre, do ventre até os peitinhos, cujas aréolas já estavam roxas. Deitei-me sobre aquele corpinho e nos beijamos ardorosamente de novo. Pela primeira vez, desde que começamos nossos carinhos, estávamos nós duas completamente nuas, uma sobre a outra, encostando nossos corpos... Coloquei minhas pernas em tesoura, alternando com as pernas dela, de modo a encostar buceta com buceta, e começamos a esfregar nossos grelos... Ai, eu a abraçava forte e a beijava, enquanto as mãos dela percorriam minhas costas e desceram até minha bunda, onde ficaram me acariciando... Era como uma dança em que eu conduzisse e ela me acompanhasse perfeitamente, só que era uma foda deliciosa como poucas... Rolamos várias vezes na cama, sem parar de beijar e de roçar... Foi a minha vez de gozar, o primeiro orgasmo que tivemos juntas, eu em baixo e ela em cima, nossas xanas totalmente meladas, nossos corpos num espasmo alucinante e prodigioso. Ah, que momento tão gostoso... Eu queria mais, mais, queria que aquela gatinha morena virasse uma putinha bem sapeca, disposta a me chupar com gosto e me fazer alucinar de tesão... Dei-lhe outro beijo molhado e desafiei-a a me chupar, agora era a minha vez de ser chupada e gozar, gozar... O meu anjinho inexperiente aprendeu rápido a me tratar como mulher, e mamou meus peitos com muita categoria para uma principiante nas artes sáficas... Enquanto eu me derretia de prazer, peguei a mãozinha dela e a levei à minha buceta, obrigando-a a me masturbar. Gozei mais uma vez e acabei chupando aqueles dedos lambuzados com o meu suquinho lubrificante... Mas eu queria mais, queria sentir aquela lingüinha quase inocente dentro de mim... Peguei a cabeça dela com as mãos e fui forçando-a para baixo, para que chupasse tudo o que estivesse no caminho... No fim fiquei ajoelhada, formando uma tesoura com as pernas, encostei minha buceta na boca dela e pedi para que me chupasse. Eu estava enlouquecida de tesão. Senti as primeiras lambidelas da bela moreninha na minha xana, um pouco vacilantes mas incrivelmente estimulantes. Que grata surpresa, ela me chupava direitinho, do jeito que eu gosto... Eu tinha percebido que ela era iniciante, havia sentido sua hesitação no nosso primeiro contato (que gracinha!), mas ela sabia muito bem o que agrada uma mulher. Ai, que delícia que foi! Joguei a cabeça para trás enquanto aquela língua me lambia a entrada da gruta, parecia que ela queria devorar toda a lubrificação da minha buceta, o que me deixava mais molhada ainda... Senti o meu cu relaxar, era sinal de que o gozo vinha vindo, e no momento exato ela se lançou com a língua sobre o meu grelo, que ia explodir de tesão. Aahhh... O gozo veio em ondas, uma depois da outra, o meu corpo estremeceu, uma avalanche de contrações e espasmos tomou conta de mim. Meu Deus, o que essa moreninha estava fazendo comigo? Quando seduzo uma mulher, eu espero gozar e fazer gozar, sim, mas desta vez não era só isso, havia algo mais... Acho que eu nunca havia gozado com tanta intensidade assim num primeiro encontro, com uma garota desconhecida, que ainda não conhecia meus ritmos e particularidades. Percebi que essa gatinha era especial, e que ela gostava de me chupar. Como boa putinha, também sentia prazer em me dar prazer, e vi que ela gozou ao me fazer gozar. Minha lindinha, eu queria que ela continuasse e também não parasse de gozar. Virei o corpo e me posicionei para ficar por cima dela. Logo nos entregamos a um frenético 69, chupando e lambendo a xaninha uma da outra... Quando ela me agarrou a bunda com as mãos, pensei que fosse enfiar um polegar no meu cu, mas acho que sexo anal era algo traumatizante para a pobrezinha, mesmo no auge do tesão. Não importa, nossas bucetinhas estavam bem molhadas e melhor chupadas, e não demorou para que novas ondas de orgasmo nos possuíssem, uma depois da outra depois da outra... Aaahhh... Depois paramos um pouco. Ela ficou de bruços, sem querer (?) empinando aquela bundinha deliciosa, tão apetitosa que, Deus me perdoe, quase ia me fazendo dar razão ao canalha que a violentou por trás, ao menos como tentação irresistível. (Não, S., tentação ou não, o cara jamais podia ter feito aquilo com você. É uma questão de princípio.) Aquele rabicozinho devia estar dolorido ainda, embora tivesse relaxado com o orgasmo. Sei de um remédio infalível, uma massagenzinha que eu aplico com a língua... Primeiro uma pinceladinha em volta do anel, para relaxar, e depois um beijinho, uma sopradinha... e umas lambidas bem suaves, sem penetrá-la, para esperar pelo convite dela. "O que você está fazendo?", ela estranhou, e quando percebeu, protestou: "Não, aí não, por favor, aí não..." Chupar uma mulher é sempre uma questão de "timing", de saber a hora certa de fazer a carícia certa, e uma vez iniciado o ciclo do orgasmo não perder o momento, não deixar cair a peteca e continuar a lhe dar prazer. O gozo dela já vinha, era uma questão de segundos, e percebi isso porque o cuzinho dela deu uma relaxada que aproveitei para penetrá-la, agora sim, com a língua. Ela me respondeu completando a frase inacabada de outra maneira: "aí não... não... não pára... não pára... faz mais... isso..." Ela gemia pedindo mais, e eu lambia e chupava aquele cu com muita gula, e ficava cada vez mais frenética de tesão quando vi aquela moreninha linda e inexperiente feito uma verdadeira puta selvagem e tresloucada. Veio o orgasmo avassalador, e ela gemeu copiosamente enquanto eu lhe lambia o cuzinho e massageava aquela bucetinha novamente encharcada. Que bom que ela não perdeu a sensibilidade do rabinho, pensei, com um pouco de carinho e trato ela haverá de se recuperar completamente do trauma. E então ocorreu o inesperado, algo que não estava no programa, e que nunca havia acontecido comigo nesta vida desregrada... Sempre que seduzo uma mulher (ou um homem) eu mantenho o controle, sei estimular e conduzir minhas parceiras até o orgasmo, dar-lhes o supremo prazer, para que depois elas me retribuam à altura. Mas desta vez, desta vez eu não precisei de nenhuma retribuição: só o fato de vê-la deitada de bruços e gozando desenfreadamente, esfregando-se nos lençóis em desespero, me deu um tesão incontrolável que tinha mesmo que acabar como acabou. Tive um tremendo orgasmo só de vê-la responder às minhas chupadelas, meu corpo todo derreteu como geléia e me entreguei aos espasmos e convulsões de um gozo abrasador. Caí em cima dela e ficamos assim abraçadas, eu sobre as costas dela, as duas abaladas e estremecendo de prazer, gemendo e suspirando desvairadas. Só acordamos no dia seguinte, descansadas e muito felizes de ter uma a outra. Aquele foi o dia da caça. A caçadora virou presa, a sedutora é que acabou seduzida. Eu pretendia tê-la para mim, como de hábito. Não, foi ela que me fisgou inteirinha. Apaixonei-me perdidamente por ela. Agora somos amantes, parceiras no amor e no prazer. Duas garotas, duas mulheres, duas fêmeas.

terça 04 dezembro 2007 18:18


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